Bem Vindos!

Todos são bem vindos a este blog. Em primeiro quero deixar explicito que este blog não tem qualquer ligação com a direcção do maior parque temático de Portugal, a Bracalândia, simplesmente tem uma pareceria com www.bracalandia09.blogspot.com. Qualquer questão é só comentarem. Obrigado e divirtam-se! -----------------------------------------------------------------------------
Segunda-feira, 8 de Março de 2010

Penafiel prepara-se para receber milhares de pessoas - Bracalândia abre dia 13

O galeão já está atracado no "Refúgio dos Piratas" e o comboio vindo do "Mundo Perdido" já percorre o "Far-West". Ao lado, a roda gigante vai dando umas voltas de teste e uma réplica da Torre Eiffel dá o ar francês necessário à "Petit Paris".

 

"É o melhor parque de diversões alguma vez construído em Portugal", garante Alexandre Oliveira, sócio-gerente da Bracalândia que, depois de encerrar em Braga, prepara-se para abrir as portas em Penafiel.

Licenças que levaram ao adiamento já estão emitidas

As obras de desmatação e terraplanagem começaram ainda 2008 não tinha chegado ao fim e a construção das infra-estruturas do parque de diversões iniciou-se logo nos primeiros meses desse ano. Sempre em contra-relógio, como realça Alexandre Oliveira, pois o objectivo era que a nova Bracalândia estivesse pronta em Junho, de forma a aproveitar o Verão de 2009 e o regresso dos emigrantes às origens.

Porém, quando o Outono se aproximava a passos largos, aquele que será o único parque de diversões temático do país continuava por inaugurar. "Estamos prontos a abrir. Só estamos à espera de ter algumas licenças que poderão chegar a qualquer altura. Depois disso, precisámos apenas de dois, três dias para uma limpeza geral e as portas podem abrir-se", assegurava, em Setembro, o proprietário da Lusoparques, empresa responsável pela gestão da Bracalândia.

O atraso ficou-se a dever, igualmente, a alguns reajustes que, com o decorrer das obras, foram sendo introduzidos no projecto inicial e que captarão a atenção, diz quem sabe, não das crianças, mas dos adultos. "Embora o parque seja feito para os mais pequenos, são os mais velhos que se deleitam com os pormenores", refere Oliveira.
Agora, depois de cumpridos os primeiros meses do Inverno e já com as respectivas licenças emitidas, a Bracalândia está pronta para ser inaugurada e os portões abrir-se-ão, pela primeira vez no próximo dia 13.

12 hectares para receber 250 mil pessoas por ano

A primeira fase da nova Bracalândia terá oito áreas temáticas espalhadas por 7,5 hectares de terreno. "É o dobro do que tinha o parque de Braga", realça Alexandre Oliveira. Espaço, portanto, mais do que suficiente, para acolher a Roda Gigante e a Montanha Russa.

A primeira foi, durante anos, a principal atracção da Feira Popular de Lisboa e, depois, do Parque Eduardo VII. A segunda era dos carrosséis mais visitados no extinto parque bracarense.

À "Arábia", "Far-West", "Mundo Perdido", "Refúgio dos Piratas", "Aldeia Medieval", "Petit Paris", "Bosque Encantado" e "África" juntar-se-ão, numa segunda fase, as zonas temáticas dedicadas à Índia e China e ainda um mega-restaurante. Estas obras estavam previstas para decorrerem entre Novembro e Março, mas o adiamento da abertura do parque de diversões interrompeu estes planos. "Será a própria evolução do parque a determinar quando é que será efectuada a ampliação", explica Alexandre Oliveira.

Com esta expansão, a Bracalândia crescerá até aos 12 hectares, nos quais já está a ser implantado um conceito que, frisa Alexandre Oliveira, diferencia este parque temático dos espaços com carrosséis criados até hoje em Portugal. "A nossa grande aposta é a imaginação na cenografia. Por exemplo, a Feira Popular de Lisboa não era um parque temático, pois não obedecia a uma lógica única. A Bracalândia de Penafiel estará, em termos de conceito, muito mais próxima da Eurodisney, em Paris, ou do Portventura, em Barcelona. Mas será o público a decretar o veredicto final", defende.

Para experimentar a Roda Gigante e a Montanha Russa, mas também a Montanha de Água e o Galeão dos Piratas, duas das novidades que prometem encantar miúdos e graúdos, deverão deslocar-se a Penafiel 250 mil pessoas por ano. Esta é, pelo menos, a expectativa do sócio-gerente da Lusoparques, que chega a este número tendo em conta a quantidade de clientes que tinha em Braga, aonde, anualmente, se deslocavam 200 mil pessoas apenas para experimentar o parque de diversões.

"35 por cento dos visitantes deverão chegar de Espanha, mais propriamente da Galiza. Os espanhóis gostam muito de viajar e visitam mais depressa atracções fora do seu país do que as que estão no seu território", argumenta o homem que idealizou a nova Bracalândia.

Os restantes visitantes "virão de todo o país" e serão fundamentais para que um investimento de dez milhões de euros possa ser rentabilizado "em 14, 15 anos". "Há, no entanto, uma série de condicionantes que não me permitem dizer quando é que isso efectivamente acontecerá. Basta por exemplo, que haja um Verão com pouco sol para afectar as contas", afirma.

À falta de calor, sobra o peso de uma marca com tradição no imaginário português, argumento que faz com que o parque de diversões temático de Penafiel continue a chamar-se Bracalândia. "Era doido se mudasse de nome. A Bracalândia é uma marca com 20 anos. O "El Corte Inglês" também não mudou de nome quando veio para Portugal", sustenta Alexandre Oliveira.

 

Características do terreno foram decisivas para a escolha por Penafiel

Penafiel foi um dos 14 locais que se candidataram a receber a Bracalândia depois de confirmado o encerramento do parque de diversões de Braga. "Fomos contactados por 13 câmaras municipais e uma junta de freguesia", conta Alexandre Oliveira.

Penafiel, mas também Ponte de Lima e Famalicão, desde logo saltou para o lote das primeiras escolhas, porque a intenção da Lusoparques sempre foi manter o investimento a Norte, próximo da Galiza.

A decisão final coube a Alexandre Oliveira que, na hora de escolher, não teve dúvidas. "Vi o terreno em Penafiel e fiquei apaixonado", recorda. Os declives do monte de Milhundos, aliados à arborização que caracteriza aquele pedaço de terra ao lado do Parque da Cidade penafidelense respondiam aos requisitos impostos pela imaginação de Alexandre Oliveira, que logo idealizou para ali um parque de diversões à sua medida.

"A disponibilidade demonstrada pela Câmara Municipal de Penafiel também nos cativou", acrescenta.

De facto, a autarquia assumiu desde o início a defesa deste projecto e, para além de oferecer os terrenos, assinou um protocolo no qual se comprometeu a isentar de taxas e licenças municipais a Bracalândia. Os arruamentos envolventes ao parque temático também foram da responsabilidade da Câmara Municipal. Será, no final, um investimento de cerca de dois milhões de euros, que chegou a merecer críticas da oposição socialista.

Porém, Alberto Santos, edil social-democrata, está convencido que o impacto económico da Bracalândia será enorme e que tal justifica estas medidas de apoio. "Serão criados 120 postos de trabalho directos e muitos outros indirectos. A Bracalândia vai ter como fornecedores muitas empresas do concelho que, com isso, vão aumentar a sua facturação", salienta o presidente da Câmara.

Alberto Santos anseia, de igual modo, que os milhares de visitantes esperados sejam um factor de dinamização da economia local, nomeadamente do comércio e espaços de restauração fixados no centro da cidade, e até já tem "o sonho" de criar um teleférico que ligue o parque de diversões à Praça da República. "Já contactamos alguns investidores que podem viabilizar este projecto. Mas só com fundos europeus e com investidores privados é que o teleférico será uma realidade", declara.

Certa é a construção de uma nova via que ligará a Bracalândia à Variante do Cavalum.

 

"Tento pensar como um menino de cinco anos"

Alexandre Henriques Oliveira nasceu há 65 anos, em Lisboa, mas hoje ainda é o dia em que continua a lutar por se manter uma criança. "Tento pensar como um menino de cinco anos", confessa um homem que personaliza a terceira geração de uma família ligada ao negócio das diversões desde 1943. "O meu avô criou a Sociedade Lusitânia de Atracções e, com pistas de automóveis eléctricos, calcorreava o país.

A empresa chegou a ser uma das maiores da Europa", lembra.

Já com o pai de Alexandre Oliveira na liderança da empresa, a família fixou-se na então recém-inaugurada Feira Popular de Lisboa e por aí se manteve até à sua extinção.

Entretanto, é o próprio Alexandre Oliveira, quando partilha a administração da Lusoparques com cinco irmãos e primos, a estar na origem da Bracalândia. Em Braga ficou 17 anos, até que Câmara Municipal local recusa renovar o contrato de aluguer dos terrenos e dita o fim do parque temático.

"Ainda não está tudo resolvido relativamente a esse processo", diz, sem mais palavras, o licenciado em História que sempre preferiu as estórias da imaginação.

Em Penafiel, Alexandre Oliveira já tem a colaboração da filha que, aos 33 anos, garante a continuidade do clã num sector que também não ficou imune à crise.

"Velho não me sinto, mas sinto-me cansado. Porém, se parar morro", admite, por fim, Alexandre Oliveira.

 

Agradecimentos: Verdadeiro Olhar

música: Catarina Pereira - Canta por Mim - Festival da Canção 2010
publicado por P'Gonçalves às 21:00
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